Livro Ricto Da Lua – Tomás Kisseleca

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Distribuído Por: Tomás Kisseleca

Descrição

A arte desde imemoriais tempo da história de existência da civilização humana, sempre andou imbuida de um espírito libertador, e que através de suas diferentes formas de manifestação e expressão, os humanos manifestam e expressam toda possível e imaginária realidade cogniscível, expressando assim, suas felicidades, amarguras, medos, paixões, impossibilidades, sonhos, etc. E é através destas expressões artísticas, folclóricas, que nos últimos séculos, pela enérgica sutilidade transformadora da poesia, é que muitos sonhos de liberdade de povos oprimidos ao redor do mundo, ganhou vida. Dentre muitos exemplos, vou sucintar a de dois povos cujas as histórias se cruzam além do horizonte atlântico que as separa, Angola e Brasil. Foi através da poética nacionaista de intelectuais destas ontém colónias portuguesa, hoje países independentes, que o climax da revolução nacionalista para a independência foi atingida e seguida de consumação. De Angola, nomes como Viriato da Cruz, Agostinho Neto, António Jacinto, Mário Pinto de Andrade, António cardoso dentre outros, encabeçam um grupo de muitos poetas nacionalistas, que mais do que poesia com essência contaminadoramente revolucionária – que elevava as almas de seus compatriotas ao espírito de missão libertadora-, deram literalmente suas vidas pela independência de Angola. No Brasil, a inconfidência mineira -a primeira grande conspiração pela independência do Brasil- tinha no leme do movimento três grandes poetas dentre outras figuras de vulto, Claúdio Manuel da Costa, Alvarenga Peixoto e Tomás António Gozanga, antecedidos e também inspirados pelos não menos nacionalistas, padre António Viera e Gregório de Matos Guerra, este último degredado para Angola pela coroa portuguesa por causa de alguns fios de nacionalidade que já teciam suas líricas, destino semelhante que viriam a ter os elementos fundamentais que encabeçavam a inconfidência mineira. É este espírito libertador d´arte que sustenta as letras poéticas contidas neste livro, mas uma 5 liberdade para lá da temporalidade e fisicalidade do ser, uma liberdade que fixa as almas no infinito espaço cosmíco do existir, como as estrelas que eternamente cintilam sobre o infinito. Êxtase dos lábios da lua – Ricto da lua- é um livro poético que através duma linguagem filosófico-afórico-sincrético narra aspectos do sagrado femenino imanente em todas as almas, narra a liberdade da alma, convocando-a a tomar posse de sua deidade mutilada pelo conformismo como uma reação normal produzido implicitamente pelos modernos sistemas sociais, por crenças infundadas e auto-preconceituosamente adotadas, pela desatenção as necessidades interiores -que deveras harmonizam a integralidade do ser pra lá das psico-bio-físicas- e também pela rotina decadente que mecaniza a alma, gostos e outros aspectos do dia-a-dia que paulatinamente vão descaracterizando, densificando e sedando a alma humana. Ricto da lua, longe de ser literalmente contracção labial ou facial da lua, é o sagrado em nós, a essência incorruptível dos seres, que através duma poética aguda ora espasmódica, mostra sua face para que seja memorizado na alma, e com os lábios extasiados d´alma universal, fala letras que matam, mas servem de véu ao espírito que vivifica, descrevendo assim sua aurora tão sonhada pelo inconsciente humano quanto idealizada por muitas almas excelsas que ciclicamente viveram sobre a face da terra.

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Tomás Kisseleca

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